PARA ENSINO FUNDAMENTAL II E MÉDIO
PARA ENSINO FUNDAMENTAL II E MÉDIO “A JUVENTUDE É A PORÇÃO MAIS DELICADA E PRECIOSA DA SOCIEDADE HUMANA” DOM BOSCO
O foco de trabalho da Orientação Educacional é o universo particular do aluno, especialmente no diz respeito ao seu contexto psicológico, familiar, social e pedagógico, o que significa que ele é percebido e compreendido de forma ampla, considerando suas características, contextos e potenciais específicos.
Para isso, a Orientadora estabelece contato com as famílias, buscando compreender o contexto vivenciado pelo aluno e, a partir disso, ela faz a ponte com os professores no sentido de orientá-los quanto à maneira mais eficaz de realizar intervenções com o aluno.
Além disso, colabora na adequação de procedimentos pedagógicos em casos de necessidades educacionais e psíquicas específicas, na maioria das vezes em cooperação com profissionais externos como psicopedagogos, neuropsicólogos, fonoaudiólogos, psiquiatras, psicólogos, dentre outros.
Dessa maneira, a Orientadora realiza uma ação direta e individualizada, o que contribui significativamente para que o aluno sinta-se mais confiante para vivenciar os desafios da sua vida escolar.
No que diz respeito ao seu envolvimento com a dinâmica coletiva da escola, a Orientação Educacional também faz parte da equipe gestora e, por isso, promove ou colabora na realização de eventos educacionais previstos em calendário e em atividades específicas com o objetivo, por exemplo, de oferecer estratégias para uma melhor organização dos estudos, para a escolha profissional, reflexões sobre bullying e cyberbullying, saúde emocional, além de envolvimento em outras atividades que incentivam a cultura e a convivência ética na escola.
Por fim, e não menos importante, a Orientação também realiza mediações em situações de conflitos interpessoais que, por ventura, ocorram entre os alunos. Nesse sentido, contribui para que o clima escolar esteja mais saudável e respeitoso, e que os alunos tenham a oportunidade de aprender a solucionar seus conflitos de maneira cada vez mais autônoma, justa e eficaz.
SENDO ASSIM, QUAIS SÃO AS SITUAÇÕES QUE DEVEM SER TRATADAS COM A ORIENTADORA?
- Quando o aluno tiver especificidades importantes com relação à sua saúde (física, mental ou emocional) ou em relação ao seu quadro de aprendizagem;
- Quando houver orientações advindas de profissionais externos a serem observadas e/ou implementadas pela escola;
- Quando a família quiser informações mais detalhadas sobre o desempenho escolar do aluno durante o ano letivo;
- Quando houver situações desafiadoras fora da escola, que possam estar afetando o aluno;
- Quando o aluno se envolver em conflitos interpessoais na escola e não estiver conseguindo resolvê-los de maneira autônoma.
ORIENTADORES

PAULA
Orientadora Educacional (E. Fundamental II)
- Licenciatura Plena em Pedagogia (UNISAL)
- Pós-graduação Lato Sensu em “As relações interpessoais na escola e a construção da Autonomia Moral” (UNIFRAM)
- Pós-graduação Lato Sensu em Gestão Escolar “Organização Pedagógica da Escola” (UNINTER)
- Pós-graduação Lato Sensu em “Intervenções Precoces no Autismo – modelo Denver (ESDM- Early Start Denver Model)” – Universidade Cândido Mendes e Avm.
- Salesianidade para Gestores- UNISAL – Campus Pio XI
- PROEPRE – Educação infantil (UNICAMP)
- PROEPRE – Ensino fundamental I (UNICAMP)
- PROFA – Alfabetização e letramento
- EDUCAÇÃO INCLUSIVA – (UNISAL)
- EDUCAÇÃO INCLUSIVA – CENTRO SALESIANO DE FORMAÇÃO
- ANÁLISE APLICADA DO COMPORTAMENTO – ABA e modelo Denver de intervenção precoce (CBI OF MIAMI – Cursando).
- Currículos Inclusivos e Educação Especial – CENTRO SALESIANO DE FORMAÇÃO.
- Práticas para fortalecer o protagonismo infanto-juvenil nas escolas – Criativos da escola e Instituto Alana.
- Comunicação Não Violenta (CNV) – CENTRO SALESIANO DE FORMAÇÃO.